ECSTASY

 

Sintetizado em 1914 pelo Laboratório Merck (alemão), durante pesquisa de antidepressivo. É proibida em todo o mundo. A ingestão de comprimidos chega à circulação sanguínea entre 20 e 60 minutos. Atua sobre a SEROTONINA (hormônio do prazer).

 

O Princípio Ativo é altamente tóxico e prejudicial ao Sistema neurológico, destruindo as terminações das células nervosas (axônios). A Metileno-Dioxo-Meta-Anfetamina (MDMA) é conhecida pelo nome de ECSTASY. Difundida a partir dos anos 80, é chamada, de início “droga do amor”, por estimular a libido.

 

O RISCO FATAL DO ECSTASY: O Ecstasy é uma espécie de anfetamina com moléculas semelhantes às de um alucinógeno. Droga sintética, produzida em laboratórios, não provoca alucinações como o LSD (ácido lisérgico) nem excitação como a cocaína, mas combina efeitos moderados das duas drogas.

 

Os efeitos podem durar até 12 horas. O Ecstasy pode causar a dependência, taquicardia, eleva a temperatura do corpo e depressão. Os jovens usam por uma fantasia de prazer imediato ou por desejar “uma viagem” que os afaste de suas  inseguranças diante do futuro, suas frustrações, impotência, sentimentos próprios da adolescência, nem sempre fáceis de suportar.

DROGA ATINGE SISTEMAS VITAIS. O Ecstasy danifica sistemas vitais do organismo, como a circulação sangüínea, causando parada cardíaca. A droga afeta a serotonina, substância que regula o humor, a agressividade, a atividade sexual, o sono e a sensitividade à dor.

O pós-efeito é perceptível na ausência da droga. Possivelmente causa dependência, depressão, angústia, inquietude e fissura pela falta. É um quadro dramático. Pesquisas em macacos mostraram que a exposição ao ecstasy por quatro dias causou dano cerebral que persistiram por sete anos.

É extremamente potente, produz sensações de rapidez e agitação. É parecida com a cocaína, mas produz alucinações. Combinada com outras drogas e o álcool, o consumo oferece mais riscos, porque o álcool vai atingir o sistema cardiovascular, podendo levar a morte. Outro efeito devastador é a desidratação. A pessoa se agita muito, o que provoca vômito e urina. A falência dos órgãos independe de a pessoa ter propensão a problemas de qualquer ordem.

 

O mito da “pílula do amor” é descartado. Não existe isso, a pessoa transa porque está acordada e excitada e não porque a droga dá tesão.

 

 

 

 

 

OS EFEITOS GERAIS: euforia, impulsividade, perda de juízo crítico, sentimentos de facilidade para a sociabilidade, sensualidade, felicidade e autoconfiança, excitação e disposição física, podendo chegar à exaustão.

EFEITOS COLATERAIS: falta de apetite, boca seca, travamento da mandíbula, taquicardia, calor e frio, dificuldades de memorização e atenção, vontade de urinar e insônia.

DANOS FÍSICOS: hipertermia, arritmia cardíaca, insuficiência hepática e renal, convulsões, hemorragia cerebral e morte súbita.

 

PROBLEMAS PSIQUIÁTRICOS: pânico, depressão, paranóia, dificuldade cognitiva, perda de memória e de atenção, promiscuidade sexual, psicose crônica  (alucinações, delírios e confusão mental ) e insônia crônica.

 

OS RISCOS À HIPER-HIDRATAÇÃO: o metabolismo acelerado eleva a temperatura do corpo, e o usuário, desidratado, pode morrer devido ao excesso de consumo d´água. O sistema que regula a quantidade de líquido no organismo é um equilíbrio entre os rins e o coração. Se o coração está bombeando mal, os rins estão eliminando mal. Com o sistema afetado, a alta temperatura faz com que a sede aumente. O excesso de líquido no corpo poderá fazer o sangue concentrar-se no pulmão, provocando um edema agudo pulmonar, que leva à morte.

DANOS AO CÉREBRO: com o sistema circulatório afetado, o sangue estará sendo mal distribuído, principalmente para o cérebro, o que poderá causar danos a longo prazo. O ecstasy pode degenerar o sistema dopaminérgico – da substância cerebral dopamina – provocando alterações motoras importantes como o Mal de Parkinson (perda da coordenação e tremor, uma espécie de paralisia).

HIPERTERMIA MALIGNA: o aumento da temperatura do corpo no nível do tronco cerebral (na altura da nuca) é intolerável, e o corpo começa a utilizar proteínas circulantes rapidamente e alterar os sistemas muscular, cardiovascular (coração, principais veias e artérias ) e renal.

 

DANOS AO CORAÇÃO: o sangue pode coagular, produzindo convulsões e parada cardíaca. O aumento dos batimentos também pode levar à morte.

 

DANOS AOS RINS: altera imediatamente todo o sistema renal.

 

DANOS AO FÍGADO: se o uso é continuado, poderá causar hepatite.

 

Na Inglaterra, em decorrência do uso de ECSTASY, morrem cerca de 80 pessoas por ano, e estima-se que mais de um milhão de pessoas tomem ECSTASY com freqüência.

 

OS EFEITOS NO ORGANISMO: o Ecstasy é ingerido por via oral. Chega à circulação sangüínea em 20 a 60  minutos, por meio do aparelho digestivo e espalha-se pelo corpo. O uso prolongado danifica o fígado, o coração e o cérebro. A serotonina é um dos reguladores da temperatura do corpo.

 

Um risco imediato de quem tem toma ecstasy é o da hipertemia – superaquecimento do organismo. As mortes associadas às drogas são decorrentes quase sempre à elevação da temperatura do corpo que pode chegar à 45º C.

 

No cérebro atua sobre os neurotransmissores – responsáveis pela transmissão de informações do cérebro – que regulam o humor e outras funções. São três os neurotransmissores afetados: a serotonina, a dopamina e a noradrenalina. O mais atingido pela droga é a serotonina, que controla emoções e regula o domínio sensorial e motor.

 

O MDMA provoca uma descarga de serotonina nas células nervosas do cérebro, provocando sensações de bem-estar e leveza. O efeito pode voltar semanas depois. O sangue pode coagular, produzindo convulsões, aumento dos batimentos, parada cardíaca e até a morte.

 

Com o sistema circulatório afetado, o sangue é mal distribuído, principalmente para o cérebro, o que causa danos a longo prazo. O uso continuado pode provocar alterações motoras e resultar em Mal de Parkinson.