DROGAS MAIS USADAS E CONHECIDAS NO MUDO ATUAL. O ALCOOL E O FUMO:
São as drogas mais utilizadas no mundo. No Brasil são tidas como as drogas oficiais; são drogas lícitas, pois rendem altos impostos para os cofres públicos. Elas causam grandes males à saúde do indivíduo.
Os meios de comunicações
estimulam o uso, mediante propagandas extremamente criativas e sedutoras;
utilizam não só a propaganda, mas também as novelas
e os filmes, para associar o uso do fumo e do álcool com beleza, força,
sedução do sexo oposto, sucesso profissional, riqueza e etc.
Os adolescentes,
em busca desses valores para construir sua identidade e meios para atingir
o sucesso, são presas fáceis da manipulação desta
mídia
Segue-se
a participação fundamental da família (que é a célula principal da sociedade).
Se você não estiver bem na família, não vai estar bem com os amigos e
nem com a sociedade; você não vai esta bem em lugar algum.
DROGAS LEGAIS E PERIGOSAS POR QUE O ÁLCOOL E O CIGARRO SÃO DROGAS LÍCITAS?
Rendem altos impostos para o governo, pois desde o século
XIX as grandes produções cinematográficas eram patrocinadas pelas fábricas
de bebidas e de cigarros. Atualmente o álcool é responsável por 60% dos acidentes
de trânsito, 54% dos acidentes de trabalho, 80% das
ocorrências policiais envolvendo violência, sem contar com os prejuízos
causados pelo desempenho insatisfatório de empregados alcoólatras, e o
flagelo social representado por 12 milhões de menores abandonados, 70%
dos quais, são filhos de pais alcoólatras. ÁLCOOL
- UM LÍQUIDO
SEDUTOR E PERIGOSO Malte de cevada, lúpulo e água. Seis mil anos atrás,
ao sul da Mesopotâmia, esses três ingredientes já acompanhavam as refeições
dos sumérios. O primeiro porre de cerveja deve ter quase a mesma idade.
Se crianças e adolescentes podiam beber ou se a iguaria despertava especulações
sobre os benefícios e os males à saúde, não se sabe. De lá pra cá, o hábito
de se degustar uma loira gelada, correu o mundo. O álcool é a droga mais devastadora da humanidade, uma
sereia que seduz e em seguida afoga suas vítimas. Beber pode ser agradável
sem prejudicar a saúde. O primeiro efeito é o bem-estar. Um drinque é
sinal de alegria, desibinição e prazer, mas
se a pessoa passar do seu limite de moderação, ele pode se tornar uma
droga mortal. O álcool é uma substância que ultrapassa facilmente as
membranas celulares e em minutos encharca todos os órgãos e tecidos. Mesmo
o cérebro, protegido por filtros bioquímicos, é imediatamente invadido.
Com uma dose, o fluxo sangüíneo aumenta, o coração acelera e há uma melhoria
dos reflexos. A memória e a concentração ficam mais aguçadas. A maioria das pessoas fecha a garrafa nessa fase, mas
10% dos que bebem seguem em frente, e de estimulante o álcool passa a
depressivo, de recreação torna-se doença. Os principais órgãos adaptam-se
à devastação da bebida e pervertem suas funções originais. O fígado converte
o álcool num produto ainda mais tóxico. O acetaldeído
fica escravo da bebida e acaba negligenciando o metabolismo dos alimentos,
o que leva ao acúmulo de toxinas e gorduras no sangue.
O Novo Código Nacional de Trânsito pune, com multa de 900 UFIR, retenção do veículo e da Carteira Nacional de Habilitação, suspensão do direito de dirigir, detenção de 06 meses a 03 anos, o motorista que apresentar mais de 0,6 gramas de álcool por litro de sangue, que corresponde a 600ml de cerveja (duas latas, ou três copos de cerveja), ou três cálices de vinho ou duas doses de destilados.
Depois dessa lição, os dois resolveram parar de vez, de andar de moto. Bebendo, eles continuam. Rafael não sai nas noitadas, se não tiver de posse de bebidas alcoólicas. Já foi parar quatro vezes no hospital. Não se considera dependente. “Bebo socialmente” é o que diz. No carnaval, embriagou-se a tal ponto que nem sequer conseguiu descer do ônibus. Ele tem cicatrizes em todo o seu corpo, por causa das brigas em que se meteu quando estava bêbado. Exemplos como estes, são cada vez mais populares entre os jovens. Beber pesadamente, mesmo que não todo dia, é um hábito que ganha adeptos a partir de idades cada vez mais precoces. Até hoje os rapazes viram copos como se o gesto fosse uma demonstração de virilidade e força. Mas agora as meninas também enxugam. Hoje elas querem competir com os rapazes. Como o organismo da mulher é mais fraco para a bebida alcoólica, elas ficam no prejuízo, sofrendo várias conseqüências em decorrência desse uso exagerado. Bebe-se para perder o controle, alterar a consciência, num esforço que pode transformar o álcool numa droga pesada. A idéia da maioria dos jovens hoje em dia, é ingerir o máximo possível, no menor período de tempo, para curtir os efeitos pesados da bebida em poucos minutos. Aquela preocupação tradicional de beber devagar, saboreando, sempre com alguma comida no estômago, que seria o correto, não existe mais.
COMO FALAR COM OS FILHOS? Reconhecendo que os pais exercem grande influência sobre o consumo precoce dos filhos, foram desenvolvidas algumas dicas para conversar sobre o assunto em casa. A idade ideal para começar a falar sobre os efeitos do álcool é a partir dos nove anos de idade. 01 – Dê o exemplo: Se você bebe, não cometa exageros. Não se gabe por beber, nem menospreze aqueles que não bebem. Não dirija embriagado, nem seja tolerante com quem o faz. Se você não bebe, converse sobre o álcool e explique o que motivou sua opção. 02 – Seja realista: Apresente fatos concretos. Como os jovens se consideram indestrutíveis, os efeitos imediatos da bebida são os principais argumentos. Ensine que o álcool atrapalha o desenvolvimento físico e que as crianças ficam alcoolizadas com menos bebida. Por fim, lembre que o consumo antes dos 18 anos é ilegal. 03 – Tenha regras claras: Você pode decidir se seu filho deve ou não provar uma pequena quantidade de bebida em festas como Natal ou ano novo. O importante é que haja um padrão. Cada família estabelece seu código de conduta. Se você flagrar seu filho chegando bêbado, não perca a cabeça. É melhor esperar o dia seguinte para conversar. 04 – Seja um bom pai: Estimular o desenvolvimento da auto-estima e da autoconfiança das crianças é obrigação dos pais. Reserve tempo para ouvi-los e incentive a convivência familiar. Enquanto cresce, a criança deve ser estimulada a assumir decisões e responsabilidades. 05 – Conheça os amigos de seus filhos: A necessidade de pertencer a um grupo é comum na adolescência. Não proíba seus filhos de andar com os amigos dos quais você não gosta, mas incentive o contato com seus preferidos. 06 – Se precisar, peça ajuda: Caso os esforços dos pais não surtam efeito e o filho insista em consumir álcool, procura atendimento médico. É preciso distinguir consumo de bebida e alcoolismo, mas sintomas como queda do rendimento escolar, depressão e mentiras podem ser indicadores de um início de dependência. ALCÓOL SE VOCÊ QUISER SABER... um pouco mais sobre uma "doença" chamada alcoolismo, fique com a mente aberta e leia sem preconceitos. O álcool é a droga mais utilizada no mundo. Provoca graves problemas e sofrimentos não só para o usuário, mas para a sua família e para a sociedade, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde) com sede em Genebra na Suíça, o alcoolismo é o terceiro maior causador de mortes em todo o mundo, sendo superado apenas pelas doenças cardíacas e pelo câncer. No Brasil, o alcoolismo é responsável por 60% dos acidentes de trânsito, 54% dos acidentes de trabalho, 80% das ocorrências policiais envolvendo violência, 20% dos pedidos de divórcio, 51% das internações nos hospitais psiquiátricos e 25% dos suicídios. Isso sem contar com os prejuízos causados ao processo produtivo pelo desempenho insatisfatório de empregados alcoólatras, e o flagelo social representado por 12 milhões de menores abandonados, 70% dos quais filhos de pais ou mães alcoólatras. São três, os principais tipos de álcool: 01- O etílico – Que é usado em bebidas alcoólicas. 02- O metílico ou metanol – Que é usado como solvente ou combustível. 03 O isopropílico – Que é usado como anti-séptico. Primeiramente, gostaria de esclarecer que o alcoolismo não difere psicologicamente da dependência de outras drogas. Assim, tanto as fases como o desenvolvimento emocional do dependente e a recuperação são idênticas, não importando qual a droga de escolha, seja ela o álcool, cocaína, crack, maconha ou qualquer outra droga alteradora de humor. O
ALCOOLISMO NÃO É HEREDITÁRIO - Porém a predisposição
orgânica para desenvolver o alcoolismo pode ser transmitida de NÃO HÁ CURA - O alcoolismo é uma doença incurável, de determinação fatal e progressiva até mesmo em períodos de abstinência. "O ALCOOLISMO É UMA DOENÇA" - É o que a medicina afirma, mas a maior dificuldade das pessoas é entender como isso funciona. Alguns acham que é falta de vergonha; outros acham que é falta de força de vontade; outros, até, que é coisa do "capeta", outros que levam algum tempo para desenvolver tal "vício". A verdade é que algumas pessoas nascem com o organismo predisposto a reagir de determinada maneira quando ingerem o álcool. Aproximadamente dez em cada cem pessoas nascem com essa predisposição, mas só desenvolverão esta doença se entrarem em contato com o álcool. FATORES QUE LEVAM A PRIMEIRA VEZ Existem muitos fatores que levam uma pessoa a beber pela primeira vez: Espírito de grupo: (Principalmente na adolescência, onde não queremos ser tratados como "diferentes" ou como "babacas"). Curiosidade: (Fala-se tanto no assunto, como será que é?). Cultura: (em algumas sociedades começa-se a beber ainda criança). Incentivo dos pais: (Que bebem e dão aos filhos para que provem). Outros fatores sociais: (Anúncio de TV, entre outros).
FATORES QUE LEVAM À CONTINUIDADE Se por um lado vários fatores levam o indivíduo a beber pela primeira vez, por outro, apenas dois levam à continuidade do uso: Predisposição Orgânica: caracterizada principalmente pela tolerância. Fatores sociais que reforçam o uso: A bebida existe praticamente em todos os lugares. AS QUATRO FASES O Alcoolismo é uma doença caracterizada por quatro fases: PRIMEIRA FASE: Fase social, sem dependência física, apenas dependência emocional. Inicia-se na primeira vez que se bebe (lembrando-se que dois fatores são fundamentais: Predisposição Orgânica e fatores sociais que reforçam o uso, do contrário a doença não se desenvolve). O primeiro sintoma é a dependência Emocional. O desenvolvimento emocional pára e a pessoa torna-se pouco tolerante. Como geralmente isso acontece na infância ou na adolescência, a mudança emocional geralmente não é percebida, pois se confunde com malcriação, infantilidade ou temperamento forte. A partir daí, a doença desenvolve-se mais ou menos devagar, dependendo da predisposição orgânica. Bebe-se pouco e socialmente, não há perdas em virtude do uso. Não há problemas físicos. SEGUNDA FASE: Fase social, sem dependência física, apenas dependência emocional. O organismo modifica-se: tem-se a tolerância aumentada (bebe-se mais que na primeira fase). Não há problemas físicos. Nesta Fase o usuário pensa que pode minimizar o uso do álcool;Admite saber seu limite de consumo e de que pode parar quando quiser; Pensa que o vício não o atingirá e coloca os prejuízos num futuro muito distante;Justifica os momentos de excesso, como conseqüência de problemas que os outros vêm causando-lhes. Ex: Brigas com a família, com o (a) namorado (a). TERCEIRA FASE: Fase problemática, com dependência física e emocional. Bebe-se muito (altíssima tolerância). O beber torna-se um problema. Muitos problemas emocionais, ressacas constantes, problemas em decorrência da bebida, problemas familiares, problemas de relacionamento. A síndrome de abstinência tem início de 6 a 8 horas após a última dose; causa também a impotência sexual; começam as "PARADAS ESTRATÉGICAS", pode-se haver internações; Há boas expectativas de recuperação física; Há muitas perdas; Perda de controle; Compulsão ou intenso desejo de beber; Não controla o consumo, ou seja, não sabe quando tem que parar; O organismo causa tolerância (aumento das doses para obter efeitos antes produzidos por doses menores); Demora mais para recuperar-se dos efeitos da bebida; Abandono progressivo do trabalho, com faltas freqüentes; Dificuldade de relacionamento social e familiar. QUARTA FASE: Fase problemática, com dependência física e emocional. Bebe-se muito pouco, menos que na primeira fase. Inicia-se a atrofia do cérebro. O alcoólatra pode ter delírios, não tem interesse pela sua vida e nem por atividades de lazer; nervosismo; apatia; insônia; causa tremores generalizados por períodos excessivamente longos, com problemas físicos e emocionais extremos. Pode ter Esquizofrenia. Muitas vezes confunde-se com PMD (psicose maníaco-depressiva). Tem perdas extremas. Há poucas expectativas de recuperação física, pois pode adquirir todas as possíveis complicações clínicas (náuseas, azia, vômito, diarréia, hemorragia digestiva, emagrecimento, convulsão, cirrose); E pode levar a morte por coma alcoólico.
As quatro fases, porém, apresentam determinados sintomas semelhantes, que são os MECANISMOS DE DEFESA, decorrentes do preconceito em relação ao alcoólatra. Na realidade os mecanismos de defesa são: mentir que o alcoólatra ou dependente químico usa para tentar encobrir o aspecto doentio da própria vida. A seguir, alguns exemplos de mecanismos de defesa: Negação : (O mais comum). "Não sou alcoólatra, sou compulsivo. Nunca fiquei bêbado. Não tenho problemas em decorrência da bebida. Bebo muito pouco". Justificativa: “Bebo porque gosto, paro na hora que quiser. Bebo para relaxar. Bebo para comemorar. Bebo para esquecer. Bebo para ouvir música. Bebo devido a problemas emocionais. Bebo para me divertir”. Projeção: Todos os sentimentos e a própria vida são vistos apenas no outro. “O outro é quem bebe muito. O vizinho que é alcoólatra, coitado”. Autopiedade: O mundo não me entende. Nada dá certo pra mim. (Faz com que as pessoas sintam pena). Minimização: “Só bebo vinho. Só bebo final de semana. Só bebo à noite; todo mundo bebe. Não bebo pinga”. (Tenta minimizar os prejuízos). Intelectualização:
Encontram-se justificativas científicas: “Beber faz bem ao coração”.
Fuga Geográfica: Muda-se de cidade, de emprego. Mecanismos de defesa fazem parte da personalidade de todos os seres humanos, porém são mais pronunciados no alcoólatra. O Alcoólatra pode encontrar mais justificativas para beber, numa semana, do que o não alcoólatra encontraria para fazer todas as outras coisas, durante a vida inteira.
O ALCOOLISMO É UMA DOENÇA DA FAMÍLIA A família também apresenta mecanismos de defesa. Há poucas expectativas em relação à recuperação, pois todos da família devem se tratar, não só o alcoólatra. Um alcoólatra dificilmente pára de beber. De cada 100 alcoólatras, apenas 01 consegue entrar num programa de recuperação. Os outros 99 morrerão sem querer parar de beber. Um dos fatores que levam o alcoólatra a continuar bebendo é a interferência de familiares que procuram apagar “o ontem à noite”, procurando minimizar as perdas que a bebida traz. A falta de informação da população, a falta de profissionais preparados para esse tipo de atendimento, a falta de cursos sobre a dependência química em faculdades de medicina levam à ignorância em relação ao que poderia ser uma ajuda real. A conivência de chefes e colegas de trabalho, que acham “engraçado” alguém se alcoolizar é, no mínimo, estranha. A RECUPERAÇÃO É DEMORADA A recuperação é difícil e depende da disposição do indivíduo em aceitar a ajuda necessária. Nada que se faça tem o poder de fazer o alcoólatra parar de beber. Pode-se bater nele, prendê-lo, rezar por ele, interná-lo em uma clínica, vigiá-lo, chantageá-lo. Mas ele só vai entrar num programa de recuperação se assim o quiser. Há vários programas de recuperação: religioso, de mútua ajuda, ajuda psicológica, programas místicos baseados na recuperação através da água, fogo, terra, ar, etc. O importante é que o indivíduo se sinta bem com aquele que escolher. O maior inimigo da recuperação são as recaídas, que podem inclusive levar à morte. A recuperação é um trabalho para anos e consiste em transformar uma vida até então marcada por brigas, egocentrismo, perdas, pensamentos obsessivos, compulsão, não aceitação do outro, dificuldades de relacionamentos, desconfiança, paranóia, etc, em uma vida produtiva e melhor do que qualquer indivíduo não alcoólico. Se você não é alcoólatra e bebe socialmente, então será fácil ficar sem beber por uns 06 meses só para ver como é... Mas se você tem alguma dúvida se é alcoólatra, não espere chegar à quarta fase, procure ajuda ainda hoje. Quanto mais cedo melhor. O alcoolismo, do ponto de vista científico, é incurável, por isso, o alcoólatra precisa abster-se total e permanentemente do álcool. Simples paradas não bastam. Essa abstinência, para quem já considera o álcool como droga indispensável a todas as atividades da vida, não é tarefa fácil. Implica, praticamente, em reaprender a viver, a ter um novo nascimento e uma nova vida.
A ingestão de álcool provoca diversos efeitos, que aparecem em duas fases distintas: uma estimulante e outra depressora. Nos primeiros momentos após a ingestão de álcool, podem aparecer os efeitos estimulantes como euforia, desinibição e loquacidade (maior facilidade para falar). Com o passar do tempo, começam a aparecer os efeitos depressores como falta de coordenação motora, descontrole e sono. Quando o consumo é muito exagerado, o efeito depressor fica exacerbado, podendo até mesmo provocar o estado de coma. Os efeitos do álcool variam de intensidade de acordo com as características pessoais. Por exemplo, uma pessoa acostumada a consumir bebidas alcoólicas sentirá os efeitos do álcool com menor intensidade, quando comparada com uma outra pessoa que não está acostumada a beber. Um outro exemplo está relacionado a estrutura física; uma pessoa com uma estrutura física de grande porte terá uma maior resistência aos efeitos do álcool. O consumo de bebidas alcoólicas também pode desencadear alguns efeitos desagradáveis, como enrubecimento da face, dor de cabeça e um mal-estar geral. Esses efeitos são mais intensos para algumas pessoas cujo organismo tem dificuldade de metabolizar o álcool. Os orientais, em geral, tem uma maior probabilidade de sentir esses efeitos. No Brasil, o álcool é uma droga lícita, na cultura muçulmana ele é proibido.
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